O vereador de Rosário Oeste sempre na sombra da “Mamãe” e o primo “Advogado”

Da Redação



Em Rosário Oeste tem um vereador que sempre ficou e vive até nos dias de hoje na sombra da “Mamãe” que foi vereadora de2001- 2004 e ele nunca soube caminhar com as suas próprias pernas, sempre dependendo de sua genitora para sobrevir tanto dentro como fora da política.

“Mamãe” fez um mandato considerado por muitos regular pra ruim, pra não dizer pífio. E alguns anos atrás, o “Filhinho da Mamãe” foi candidato a vereador e hoje, ele “brinca” de ser vereador, enquanto que, na prática,, quem exerce o mandato de vereador, dando as coordenadas dizendo o que ele pode ou não pode fazer, é um primo dele que em grupos de wathssap da cidade se comporta como uma espécie de “Advogado” do parlamentar, criticando a Imprensa, quando esta cumpre seu papel de informar e mostrar a população a inércia da Câmara Municipal e a omissão da maioria dos vereadores ao não fiscalizarem como deveriam a gestão do prefeito Alex Berto (Solidariedade).

Este vereador é xará de um imperador grego que comandou a Grécia Antiga lá pelo ano de 366 a.c, o qual sucedeu seu pai, mas no caso de Rosário Oeste, tornou-se o sucessor da “Mamãe” na teoria, pois na prática, ainda não mostrou a que veio, enquanto, o seu primo “Advogado” faz questão de deixar subentendido, que é ele, quem exerce na prática o mandato de vereador, ou seja, a população comprou “gato” (o menininho lindo) por “lebre”, votou em um, mas quem tenta mostrar serviço na prática é outro.

Quem é este nobre vereador ? Em breve iremos responder. Ah, algumas pessoas questionaram se era verdade que estávamos com dor de cotovelo do “Filhinho da Mamãe”, a resposta é simples, curta e objetiva: Não!

E vamos além, como ter dor de cotovelo de alguém que até o momento não mostrou capacidade de independência e precisa de terceiros para exercer o seu mandato? E que não teve a coragem de ficar no grupo de oposição que o elegeu? Ainda falta alguns meses para fechar o primeiro semestre de 2021, mas as “coisas sobrenaturais” dos bastidores da política rosariense já começaram a acontecer.

Para ser jornalista há mais de 12anos não é necessário mais ter diploma e nem registro profissional, apenas conhecimento técnico da área e noção intermediária da Língua Portuguesa, mas pra exercer a função de advogado, mesmo que, for do diabo, tem que ter a carteira da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) através da seccional de Mato Grosso, viu primo “Advogado”. E para finalizar, ficou elas por elas...

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