Caminhoneiro de MT protesta em Brasília e diz que manifestantes aguentam até janeiro




Reporter MT Com UOL



O caminhoneiro de Campo Novo do Parecis, Vagner Dávila, de 36 anos, que protesta e Brasília contra a vitória de Lula (PT) e pedindo intervenção federal, afirmou em entrevista ao Uol nesta semana, que as manifestações na Capital Federal ainda podem durar até janeiro de 2023.

"Vamos ficar até resolver alguma coisa", afirmou.

As manifestações contra a eleição do petista começaram no dia 30, logo após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgar o resultado das eleições presidenciais.

Integram o movimento caminhoneiros, empresários de diversos setores, incluindo do agronegócio e indígenas. Eles exigem uma intervenção federal para evitar que Lula assuma a presidência no próximo ano.

Na entrevista, Vagner explicou que participou da manifestação que é realizada na frente da 13ª Brigada do Exército localizada na Avenida do CPA em Cuiabá e que chegou à Capital Federal na quarta-feira (9). Ele dirigiu mais de 1.500 quilômetros do norte do estado até Brasília e integra um grupo de 115 caminhoneiros.

Para ele, depois de todo escândalo de corrupção que envolveu Lula, é inacreditável que ele tenha conseguido vencer o pleito.

“Nós não acreditamos que ele fez tudo isso de voto não. Acho que tem alguma coisa errada, não pode, né. Tudo que ele fez e agora deixar passar em branco não pode ter feito tudo isso de voto”, disse.

"Nós trouxemos mantimentos e aqui vai dar um jeito. Vamos correr atrás. Vamos ficar até resolver alguma coisa. Na hora que eles falarem que não tem como ficar mais, vamos embora. Mas se precisar ficar até dia 1º de janeiro tem que ficar", emendou.

Os atos completaram 13 dias neste domingo (13) e não têm previsão de término.




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